Transtorno afetivo bipolar tipo 2

Hoje, após cinco anos de encontros periódicos com minha psiquiatra, descobri que não tenho depressão, como sempre entendi ser o meu problema que me fazia ir a cada 3 meses até seu consultório.

Ao ligar para a terapeuta e me encaminhar, ela soltou o diagnóstico mágico: ela é uma paciente muito querida, com transtorno afetivo bipolar tipo 2 bem leve, e seria ótimo para ela conversar com você.

Uau! Eu sou bipolar. Sempre soube que sou, aliás vários textos aqui neste blog mostram como meus sentimentos são sempre extremos, para o bem e para o mal, da alegria à tristeza em questão de segundos. Uma montanha russa, como define bem um dos primeiros textos que li, logo após a saída do consultório, na internet.

E porque lembrei tanto das coisas que escrevi aqui, em momentos tão complexos, é que resolvi voltar ao blog. Escrever esses contos de desabafo sempre funcionaram como uma ótima auto-análise. Tenho dificuldade em prever minhas reações. E a escrita, me obriga a entendê-las. Por isso vou falar disso agora para mim mesma. E o canal vai ser esse aqui. Publicáveis.

:):

Textos bipolares:

As boas filhas a casa tornam

A três

A Guerra Fria acabou ou Big Loira, go home!

O dia em que a princesa caiu na lama

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